A tokenização imobiliária começa pela definição do que está sendo representado. Pode ser uma participação, um direito de recebimento, uma fração econômica ou outro arranjo. Cada hipótese tem implicações diferentes e não deve ser resumida à emissão de um token.

É necessário mapear a documentação do ativo, os responsáveis pela guarda e atualização das informações, o fluxo de transferências e as condições para entrada ou saída de participantes. Também é importante identificar como eventos externos serão refletidos no sistema.

A experiência do usuário precisa explicar o que ele está adquirindo e quais limitações existem. Termos como fração, propriedade, rendimento e liquidez não devem ser usados como sinônimos quando representam direitos distintos.

A arquitetura técnica deve ser construída depois do diagnóstico do modelo. A equipe jurídica e os responsáveis pela operação precisam validar o desenho antes da publicação de qualquer oferta ou promessa comercial.

Leitura complementar: fonte externa confiável. O conteúdo é educacional e não substitui avaliação técnica, jurídica ou financeira.